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Ser Universalista

Ser universalista é um estilo de percepção, longe da verdade absoluta, ficamos com a verdade relativa para fazemos parte do todo. Não pregamos a Umbanda universalista e simplesmente praticamos uma Umbanda que é universalista e aceita a tudo e a todos. Nela não exercitamos a rigidez da disciplina ou da metodologia única, usamos um pouco de tudo, nossas vivências são a fonte de nossas formas de abordar o que o nosso grau consciencional decodifica como sagrado.

Acreditamos que o ecumenismo é o futuro, precisamos urgentemente de transformar Deus em uma fonte palpável de acesso, temos que tirar dele as barreiras da religião dogmática e de forma definitiva fazer surgir a religião do futuro.

Umbanda para todos e para todas as religiões é a nossa temática, pois a Umbanda é uma religião livre, ela não tem chefes religiosos e cada um pratica da forma que pode e entende o sagrado. Com isso não estamos falando que o termo Umbanda venha ser o nome da religião do futuro. Concordamos que ela venha contribuir muito para esta inteiração entre o plano espiritual e material. Pois, nela os espíritos se manifestam da forma e modo que conseguimos percebê-los. Não existe regra e sim compromisso com nossa consciência. Esta prática pode ajudar na conquista da religião do ser, um processo longo e demorado, mas que vai acontecer certamente.

Ser feliz é uma necessidade, não podemos nos aniquilar de forma a ficarmos cegos e sem percepção da nossa essência. Ser feliz é um ato de caridade com nós mesmos. Nossos sonhos e saudades de Deus são os balizadores desta doutrina velha – o universalismo – com isso não estamos fazendo nada de novo, apenas resgatando um princípio.

Tentamos manter o contato direto com tudo e com todos que nos querem como verdadeiros irmãos em suas vivencias transpessoais, pois estamos aptos a receber e ser recebidos por todos. Não pregamos nenhum ato que possa infringir uma leal convivência, lutamos para que isso seja a raiz de uma verdade futura, construída na união e no respeito mútuo.

Universal nós somos e não seremos diferentes disso, apenas precisamos buscar esta antiga manifestação do ser e voltarmos felizes para fonte inefável de nossa criação. Neste exercício necessário submetemos as nossas incapacidades, principalmente a de amar ao crivo e benevolência divina, sempre no intuito de mudarmos e evoluirmos constantemente.

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